
Na efervescência da crise da modernidade ou pós-modernidade em que
vivemos, na mudança de época e de paradigmas, estonteados como a
pluralidade cultural e religiosa, na dependência das novas mídias, na
fragmentação das relações, na aceleração dos processos, nas múltiplas
necessidades instauradas pelo mercado, livres no pensamento, mas presos
num consumo escravizante, aqui estamos nós no novo patamar
civilizatório. Na esperança de que a política volte a ser o arranjo
existencial para o bem comum e não tráfico de influências; de que
escolas moldem um humano forte e não subjetividades fracas; de que as
religiões desçam da sedução hierárquica das fortes estruturas e voltem a
revelar a mais pura mística e o inspirador sopro do Espírito, aqui
estamos nós gritando que precisamos ser olhados com prioridade em nosso
ser pessoa, em nossa mais nítida identidade. leia mais:
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