Pela literatura, o verbo se faz carne. Embora a música seja, na minha
opinião, a mais sublime das artes, a literatura é a mais sagrada. Deus a
escolheu para, através dela, se revelar a nós. Escolheu uma escrita, a
semítica, e um gênero próximo da ficção, pois em toda a Bíblia não há
uma única aula de teologia, um ensaio doutrinário, um texto conceitual. É
toda ela uma narrativa pictórica – vê-se o que se lê.
Os
livros bíblicos reúnem uma sucessão de fatos históricos e alegóricos
(parábolas, metáforas, aforismos), entremeados de genealogias, axiomas,
provérbios, poemas (Cântico dos Cânticos e Salmos) e detalhes técnicos e
ornamentais (a construção do Templo cf. 2 Crônicas). leia mais em:
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