Franciscanos que somos
conhecemos o encontro de Francisco com o Evangelho na igrejinha de Nossa
Senhora dos Anjos da Porciúncula. O padre havia lido o texto do envio dos
apóstolos pelo mundo sem cajado, sem duas peças de roupa, pobre e
despojadamente. Depois de buscar uma explicação do sacerdote sobre o
texto ouvido, Francisco afirma: “É isso que eu quero, é isso que busco de todo
o coração” (1Celano 22). Leia mais:
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3 de fev. de 2014
5 de dez. de 2013
Nossa Senhora do SIM
Júlio Lázaro Torma*
" Bem- aventurada aquela que acreditou"
( Lc 1,45)
Neste final de semana, somos chamados a meditar sobre a Imaculada
Conceição de Maria. Devoção está tão querida pelo nosso povo e aprovada
em 1854 pelo Papa Pio IX ( 1846-1878),através da encíclica Ineffabilis
Deus.
O Evangelista Lucas no Evangelho da Infância ( Lc 1-2), nos fala da
Anunciação de Jesus, o Verbo Encarnado que se faz carne no ventre de
Maria, quando " na plenitude dos tempos Deus enviou seu Filho, nascido
de uma mulher" ( Gl 4,4).
Deus não escolhe nenhuma princesa romana ou Patricia de Roma ou alguma
senhora ou jovem da aristocracia de
Jerusalém, a filha de algum sumo sacerdote do Templo. Mas
escolhe uma humilde camponesa e desconhecida entre os seus vizinhos em
uma humilde e desconhecida aldeia da verdejante Galiléia.Deus vai mandar
o seu Anjo Gabriel na periferia do mundo romano e do mundo judaico,
longe dos poderes estabelecidos, num lugar como fala Natanael:" Pode,
porventura sair coisa boa de Nazaré?" ( JO 1,46).
Maria foi agraciada por Deus, não por ser a mais bonita entre as
mulheres. Mas por ser aquela que acreditou e vivia guardando em seu
coração as promessas de Deus para o seu povo. Maria é a imagem do
verdadeiro Israel, que não desanimou mais foi perseverante nas promessas
em que Deus havia prometido ao seu
povo.
E que através deste povo e de Maria a salvação se estendeu a toda a humanidade.
Maria da o seu Sim, o seu " Amém" ou o seu " A-meen"
( aramaico), ela diz assim seja. Ela não pensou duas vezes e nem pensa
nas conseqüências em que tal resposta irá trazer para a sua vida.
Ela poderia ter dito não, mas disse sim, poderia ficar quieta em sua
casa, mas assumiu um compromisso e as conseqüências quetal gesto lhe
trouxe durante a sua vida.
A vida de Maria não foi nada fácil desde a sua gravidéz até ter em seus
braços o corpo de seu filho amado, morto de forma humilhante e
ultrajante em que jamais um ser humano morreu.
Maria aquela humilde menina pela sua fé nas promessas de Deus, foi
agraciada em ser " Bem aventurada entre todas as mulheres" ( Lc 1,42) e
que " Todas as gerações lhe proclama de Bem aventurada" ( Lc 1, 48),
aquela que é " sou morena, mas sou formosa, filhas de Jerusalém " ( Ct
1,5).Que foi escolhida para esmagar com seu pé a cabeça da serpente que
corrompeu a humanidade" ( Gn 3,15).
Se por Eva o pecado e a morte entrou no mundo, por Maria a Salvação e a
vida entram no mundo através de Jesus.Pelo SACRIFÍCIO de JESUS o doce e
manso cordeiro a Salvação e a VIDA entram no mundo e toda a humanidade
antes condenada, agora esta pelo sacrificio de um homem e pelo sim de
uma mulher.
O SIM de MARIA faz com que ela se torne a mãe de toda a humanidade sem distinção.
Que
MARIA nos ensine a darmos o nosso Sim e a vivermos sem medo a
radicalidade do projeto de Deus para toda a humanidade, como ela viveu.
Na Anunciação é onde " se realizou o mistério que ultrapassa todos os
limites da razão humana a Encarnação de Deus" ( Monge Gregorio)
Lc 1, 26-38
________________________
*Membro do Colégiado Nacional da Pastoral Operária
21 de jan. de 2013
Carta Pastoral
AMÉRICA/REPÚBLICA DOMINICANA - No Ano da Fé "pedimos aos homens para valorizar, apreciar e respeitar nossas mulheres": Carta Pastoral dos Bispos pela festa de Nossa Senhora de Altagracia
Santo Domingo (Agência Fides) – Em 21 de
janeiro a República Dominicana celebra a festa de Nossa Senhora de
Altagracia. No contexto especial deste mês dedicado a Nossa Senhora e do
Ano da Fé, a Conferência Episcopal propõe uma ampla reflexão à
comunidade nacional com a Carta pastoral intitulada "Permanecei firmes
na fé" (1 Cor, 16,13), datada de 21 de janeiro, e enviada à Agência
Fides.
"O tema deste ano para o Plano Nacional de Pastoral, que afirma: 'Com a fé e a fraternidade construímos a comunidade’, nos convida a construir e a desenvolver as comunidades e as famílias na fraternidade em numa fé solida”, destaca a carta de 14 páginas. Os Bispos, depois do convite do Santo Padre a viver o Ano da Fé em família, chamou à atenção a situação de deterioração das famílias e do aumento, no país, da criminalidade, da insegurança e do tráfico de droga. Falam também da corrupção pública, dos jogos ilegais e do alcoolismo que está aumentando, e até mesmo da busca individualista do dinheiro fácil e do consumismo.
A Carta pastoral exorta ainda de modo enérgico a lutar contra a violência na família e contra as mulheres, convida a retomar os valores da união familiar, da fé, do amor e do otimismo. "Exortamos os homens a avaliarem, apreciarem e respeitarem as nossas mulheres, que são as nossas esposas, filhas, irmãs, mães, tias, prima e avós; as nossas mulheres que são trabalhadoras, lutadoras, empreendedoras e engajadas pelos valores. Devemos dirigir o olhar a Deus que nos dá a fé como dom, que nos impulsione rumo à busca e à experiência de atitudes que reforçam a vida familiar”, conclui o documento. (CE) (Agência Fides, 18/01/2013)
"O tema deste ano para o Plano Nacional de Pastoral, que afirma: 'Com a fé e a fraternidade construímos a comunidade’, nos convida a construir e a desenvolver as comunidades e as famílias na fraternidade em numa fé solida”, destaca a carta de 14 páginas. Os Bispos, depois do convite do Santo Padre a viver o Ano da Fé em família, chamou à atenção a situação de deterioração das famílias e do aumento, no país, da criminalidade, da insegurança e do tráfico de droga. Falam também da corrupção pública, dos jogos ilegais e do alcoolismo que está aumentando, e até mesmo da busca individualista do dinheiro fácil e do consumismo.
A Carta pastoral exorta ainda de modo enérgico a lutar contra a violência na família e contra as mulheres, convida a retomar os valores da união familiar, da fé, do amor e do otimismo. "Exortamos os homens a avaliarem, apreciarem e respeitarem as nossas mulheres, que são as nossas esposas, filhas, irmãs, mães, tias, prima e avós; as nossas mulheres que são trabalhadoras, lutadoras, empreendedoras e engajadas pelos valores. Devemos dirigir o olhar a Deus que nos dá a fé como dom, que nos impulsione rumo à busca e à experiência de atitudes que reforçam a vida familiar”, conclui o documento. (CE) (Agência Fides, 18/01/2013)
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